Barriga de Coxinha

Coxinhas, com ou sem catupiry, e eventualmente coxas-creme.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Coxinha, simpatia e moda. E samosa.


Será que eu ainda sei fazer isto?

Sim, esta é mais uma resolução de ano novo. Quero dar mais carinho ao blog que me fez conhecer pessoas tão bacanas. Mas não tem sido fácil. Por exemplo, no último dia 31 eu comprei a coxinha de uma lanchonete no metrô Trianon. Tava. Muito. Ruinzinha. E olha que eu gosto de lá, pelas esfihas diferentonas, com massa integral e recheio de soja, ou de brócolis com requeijão, e outros petisquinhos vegetarianos que eu adoro. Mas a coxinha me doeu, e eu fiquei desanimada com isso, talvez por ser o último dia do ano, ou pela vontade enorme que eu tenho que conhecer as coxinhas dos lugares que eu gosto de frequentar, ou pela vontade maior ainda de acrescentar conteúdo a este blog.

As pessoas sempre vem aqui e me trazem dicas de lugares com coxinhas especiais (e a elas sempre sou grata), me convidam para experimentar. Me pedem em casamento, rs. Como eu sofro de timidez crônica, tenho tendência à auto-sabotagem e nenhum talento para marketing, perco oportunidades. Viro tatu-bolinha. Então a resolução de ano novo é: abrir o tatu-bolinha no fórceps.

Então semana passada eu resolvi passar na Galeria Ouro Fino para ver vitrines, e quem sabe aproveitar liquidações. Mas antes, uma passadinha no Café e Simpatia logo no Térreo. Sequinha por fora, massa pesada... e um recheio muito saboroso! BOA! Fico feliz de achar uma coxinha legal em lugares com forte verve vegetariana (várias opções de quibes vegetarianos, além da samosa de beringela que estava bem boa).

E não, acabei não comprando nada.

Galeria Ouro Fino, loja 108.

domingo, 8 de novembro de 2009

Cristallo (ou "alguém sabe o nome da galeria ao lado do Conj. Nacional?")

Boa. Com palitinho, como se vê. Mas entediante. É um daqueles pecados da gula que se comete por hábito. E uma coxinha da Cristallo é certamente um pecado seguro, que não vai te matar feito uma coxinha de boteco podre. Podre não, "pôdi". Nada muuuuito saboroso.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Café Bacana (até é, mas tem q entrar para saber).

Porque a cara é de um boteco mal-iluminado e sem atrativos. Até olhei meio assim para a única coxinha que sobrou, pensei bem se valia a pena testar.

Quando entrei, vi que o lugar tinha charme, era bem fofinho, apesar da pouca luz. Tinha um menu de lousa escrita com giz (um fraco meu), deve ter uns pratos interessantes. Mas fui lá atrás de coxinha. Coxinha com recheio processado, massa regular, tempero muito bom, muito atraente (olha, coisa rara, mesmo em coxinhas de fazer sonhar). Nada que tenha mudado minha vida, mas que vale a pena para quem é tarado por coxinhas. BOA.

Ora veja, nem dei muita coisa por aquele boteco largado que na verdade era um café bem interessante. Fiquei pasma com o bolo de chocolate com morango que um vizinho de mesa comia, e com certeza vou voltar lá, até porque Perdizes virou parada obrigatória nos próximos dias.

Turiassú, 397.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Padaria Benjamin Abrahão Jardins.

Nada como uma dose concentrada de carboidrato e gordura para ter energia extra para queimar em um show que você sabe que será muito agitado. Ao som de "Dostoïevsky / Fab Moretti / Antiseptic / complimentary", paramos nesta padaria chique.
Acho padarias chiquérrimas uma aberração da ideia de padaria, chiques devem ser restaurantes, hoteis, mas não padarias. Enfim, não vou discutir isso.
Esperava mais da coxinha de lá: REGULAR, bem qualquer nota mesmo.
O que interessa mesmo é que vi o show do Sasha Baron Cohen da música. Adam Green em 20 minutos fez um showzão que valeu muito a pena. E sequer estava mencionado no ingresso caro que comprei. Surpresinha do tipo que faz tudo valer a pena. Quero mais.
Ah, sim, Little Joy. Foi legalzinho também.

Rua José Maria Lisboa, 1397

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ugue's (ou "porque eu não tô morta!")

Um conselho de amiga que estou dando para amigos e inimigos que acompanham este blog: cerveja é muito bom para gastrite, gastroenterite e males parecidos. Não caiam nessa de remedinhos "para a flora". Se joguem na cerveja sem medo. Beijos.

Mas o fato é que estou de volta às minhas peregrinações, e já havia um tempo que eu queria ir nesse lugar que não tem nada demais, mas é bem legal mesmo assim. Por 3,30 denários você come a coxinha acima que faz questão de não se encaixar em rótulos: tem formato de croquete, o recheio é misturado à massa de um jeito anárquico. Bem atípica, com pedações de frango (coisa que adoro). O tempero não era lá grande coisa, a massa era boa. Mas gostei mesmo da casquinha, muito crocante, MUITO BOA.

Rua Marquês de Itú, 1039

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Genial.

Tá. É BOA, sim. Bem boa. Mas veio com um defeitinho típico da hora da fritura. Já tentei fritar coxinhas (pense num desastre). Sei como é. Que importa? Mesmo estando oleosa, a massa molinha e o recheio gostoso compensaram muito a bagunça.
Pudera. A casa tava tão lotada que os pedidos se embaralhavam. Era chope que não foi pedido, batata que demorava.

O meu azedume não é com a casa, mas com o meu próprio estômago. Tão jovem, resolveu pedir arrego. COMO ASSIM? Estômago meu não pede arrego, não vive de leguminho no vapor exclusivamente, não vive sem pimenta, sem massa, sem sal (tenho pressão baixa, então tenho todo direito de carregar no sal). Sinceramente, isso não é vida. Sem os prazeres da boa cama, da boa mesa, sem risadas, sem álcool, prostrada numa maca tomando soro, vivendo sob restrições. Que a fase seja passageira, que seja só uma pausa para respirar.



Vá lá, SIM: Girassol, 374.

domingo, 28 de junho de 2009

Coxinha doente.

Dor no corpo, fora de foco, coriza, pressão baixa, preciso de saaaaal...
Recheio processado, acebolado, massa molinha, gostosinha, casquinha sequinha, praticamente saudável. É o q se espera de uma coxinha de hospital, mesmo que não esteja no cardápio dos convalescentes (é óbvio). Ainda mais se o hospital for o Oswaldo Cruz. Uma BOA surpresa num momento chatinho.